A Bila. Assim lhe chamam os mais antigos. Pode parecer brejeiro para alguns, mas carinhoso para outros, pois deriva do dialecto que resiste. A Bila que é cidade, a Vila que é Real. Já assim lhe chamava D. Dinis e assim hoje lhe cantamos.
Porque a realidade está à frente dos olhos, mas nem todos a vêem, aqui, n’A Bila, quer-se olhar, pensar, debater, esclarecer e, essencialmente, sentir esta Vila Real.
N’A Bila, esperamos por si, de braços abertos.
