Obra do túnel do Marão enche restaurantes
“É onde passo o meu tempo. Estou sozinho e quando o dia está bom venho até aqui. Nunca se viu tanto movimento”, afirmou o octogenário.
Não deixa de ser um paradoxo curioso o facto de ser uma obra que avança à velocidade de 4 metros por dia a dinamizar toda uma zona…
“Tenho muitos mais clientes e não tenho mais porque não posso servir mais almoços. Ainda bem que vieram as obras. Já tivessem começado há mais tempo”, sublinhou.
Ora aqui está alguém que, certamente, não se importaria absolutamente nada se as perfurações ocorressem ao ritmo de 1 metro por dia…
Devagar se vai ao longe.
